Final · Sábado, 07/07/2018 · 10:30
PICTET-Private Banking
PRAIA DA LUZ
PICTET-Private Banking
PRAIA DA LUZ
Ficha de Jogo
Árbitro
—
Pontos Árb.
—
Intervalo
2 - 0
Final
6 - 1
PICTET-Private Banking
PRAIA DA LUZ
PICTET - VENCEDORA INVICTA E INCONTESTADA
A PICTET destronou a PRAIA DA LUZ como detentora do título de campeã do torneio Grande Escolha ao golear a formação Praiense, por 6-1.
O desafio iniciou-se com um bom corte de Mosca, a impedir lance de perigo por parte da PICTET. Logo de seguida, na sequência de um lançamento, Ninó, sozinho e nas costas da defesa da PICTET, acabou por tirar tinta ao poste direito adversário.
Aos quatro minutos, uma tentativa de Luís Fabião foi intercetada e terminou nas mãos de Tó Mané. A Luz respondeu no minuto seguinte e Ninó, em excelente posição, tentou servir Pedro Maia. O lance foi, no entanto, anulado, graças à intervenção decidida de Mário Almeida.
Duas iniciativas, uma de Paulo Gomes e outra de Luís Lobo, permitiram defesas seguras a Rui Cardoso, corria o minuto sete. Um minuto volvido, uma jogada iniciada num cruzamento de Ninó permitiu a Luís Lobo um remate de cabeça que o guardião da PICTET conseguiu suster. No seguimento do lance, após nova insistência, Ninó não logrou ultrapassar o número um da PICTET.
Ao minuto 11, Francisco Sarmento serviu Amaro Moreira que cabeceou para intervenção segura de Tó Mané. Nova jogada, dois minutos depois, com os mesmos intervenientes, teve desfecho diferente, quando Amaro Moreira encostou para o primeiro golo da partida.
Amaro Moreira foi, também, o autor de um grande remate, ao quarto de hora, que o guarda-redes da Praia desviou para canto. À passagem do minuto 17, fruto de um livre, o esférico foi endossado a Joaquim Duarte que, com um tiro do meio da rua, obrigou Rui Cardoso a uma grande estirada.
Novamente Joaquim Duarte, dois minutos depois, fuzilou a trave da PICTET, na execução primorosa de um livre. Após a marcação de um canto, ao minuto 22, Manuel Frias fez o perigo rondar o reduto da PRAIA.
Perigo esse que se concretizou, dois minutos depois, quando o avançado da PICTET deu origem ao segundo “tento” da sua equipa, confirmando a liderança no marcador, que se manteve até ao intervalo.
O segundo tempo começou com tentativas, por parte de ambas as formações, de levarem o perigo às áreas adversárias, mas sempre neutralizadas pelas antecipações eficazes de ambos os guardiões. À meia hora de jogo, Luís Lobo não foi capaz de dar a melhor finalização ao seu remate e permitiu a intervenção de Rui Cardoso.
Dois minutos depois, Luís Lobo tentou alvejar a baliza da PICTET, desta feita, na transformação de um livre que sobrevoou largamente o reduto adversário. No minuto seguinte, o perigo rondou as redes da equipa da Praia, com a tentativa de Rui Batina Ribeiro a sobrevoar o travessão.
O minuto 35 viu duas iniciativas, uma de Mário Almeida e outra de José Augusto Santos, a não atingir o objetivo pretendido. Pedro Maia ripostou um minuto volvido e, no desenrolar da jogada, forçou Rui Cardoso a uma intervenção de mérito.
O 3-0 teve origem num passe para José Augusto Santos que Mosca, involuntariamente, desviou para o fundo da sua baliza, aos 38 minutos. Na sequência de uma intervenção infeliz de Tó Mané, à passagem do minuto 40, Luiz Paiva Sousa apoderou-se do esférico e garantiu o consequente 4-0 para a sua formação.
A PRAIA DA LUZ conseguiu, três minutos depois, o seu “tento” de honra, na transformação de uma grande penalidade superiormente executada por Ninó, que enganou o guardião adversário. Um minuto depois, a PICTET repôs os quatro golos de diferença no placard, por intermédio de Manuel Frias.
Logo de seguida, um desaguisado entre Francisco Sarmento e Manuel Teixeira ficou saneado com a amostragem do respetivo cartão azul a ambos os intervenientes.
Finalmente, já em período de descontos, ao minuto 51, boa finalização de Manuel Frias, no seguimento de um cruzamento de Rui Batina Ribeiro, colocou o encontro em 6-1, resultado que não se alterou até final.
A PICTET garantiu, com um resultado categórico, o tão ambicionado troféu, frente ao anterior detentor. O resultado peca, porém, por exagerado, face à produção das duas formações nesta final. Contudo, no cômputo geral, a PICTET foi sem dúvida o conjunto mais regular e com um futebol mais atrativo. Parabéns aos campeões e até à próxima edição.
MVP: Manuel Frias (PICTET)
by Pedro Maia
(revisão: Inês Braga Sampaio)