Sábado, 11/11/2017 · 11:00
BH 45
PICTET PRIVATE BANKING
BH 45
PICTET PRIVATE BANKING
Ficha de Jogo
Árbitro
—
Pontos Árb.
—
Intervalo
2 - 5
Final
4 - 10
BH 45
PICTET PRIVATE BANKING
PICTET BRINCA COM A COMIDA
O que a PICTET tem feito às equipas teoricamente inferiores é, pura e simplesmente, abusivo. Nos últimos dois jogos contra essas equipas, o vigente campeão marcou 18 golos. Números que comprovam quanto os homens capitaneados por Pedro “Bumba” Fernandes querem o título. Essa noção foi bem martelada no BH, que saiu do campo com 10 golos no saco, ainda que também tenha feito mossa, com quatro “tentos” no fundo da baliza de Rui Cardoso.
Bem cedo no jogo, Ramiro Leão brilhou a travar o remate de Mozer. Aos cinco minutos, no contra-ataque, António Neves precipitou-se e atirou para fora. Um par de minutos depois, Eduardo Faria obrigou Rui Cardoso a voar, para manter a baliza a zeros. A verdade é que o BH entrara melhor e exercia esse domínio com surpreendente à-vontade, apesar do perigo constante que os avançados da PICTET representam.
Aos 10 minutos, Francisco Pessanha habilitou Eduardo Faria, que tirou dois adversários da frente e rematou devagar, enroladinho, para um golo merecido. Rui Cardoso estirou-se, ainda tocou, mas a bola queria mesmo entrar.
Ao minuto 14, grande penalidade para o BH e Pessanha não se encolheu, na hora de castigar a falta de Vítor Martins, desde a marca dos 11 metros.
O castelo de cartas do BH colapsou aos 17 minutos. Rui Batina recebeu, puxou para trás, fora do alcance do guarda-redes, e passou a bola às redes. A partir daí, foi o descalabro. Ao minuto 19, José Augusto cobrou um livre directo em arco, com grande ajuda de Ramiro Leão, que bocejou, espreguiçou e coçou a barriga, antes de se fazer à bola, permitindo que esta entrasse pela baliza com toda a calma do mundo.
Aos 20 minutos, Mozer dominou uma bola longa, tirou o defesa do caminho e entregou em Manuel Frias, que consumou a reviravolta. Mais um par de minutos e nova bela jogada de envolvimento da PICTET, que José Augusto não desperdiçou. Ao minuto 25, cruzamento de José Augusto a que Amaro deu o melhor seguimento.
A PICTET regressou, para a segunda parte, com o pé bem fundo no acelerador e, ao minuto 31, ampliou a vantagem: Rui Batina ganhou uma segunda bola e disparou forte, engordando a conta pessoal. Aos 34 minutos, José Augusto bateu um pontapé de canto e Fernando Monteiro respondeu da melhor forma. Um minuto volvido, Rui Batina recebeu junto ao poste canhoto e atirou para o "hat-trick".
Aos 41 minutos, Vítor Martins, que estava em claro dia “não”, cometeu nova grande penalidade, o que lhe granjeou o segundo cartão amarelo e consequente azul. Paulo Ortigão converteu a grande penalidade com sucesso, fazendo o terceiro do BH.
Aos 46 minutos, Amaro disparou com muito efeito e ainda ficou alguma dúvida se a bola teria entrado, mas o árbitro não teve dúvidas — e bem. Logo a seguir, Paulo Ortigão reduziu o resultado, para números mais ajustados. A questão é que, dois minutos depois, Manuel Frias encheu o pé e elevou a goleada a números escandalosos, com uma redonda dezena para o lado da PICTET.
MVP: José Augusto (PICTET-P.B.)
by Inês Braga Sampaio